Gente, olha que legal! O pessoal da sessão Vida e Estilo do Yahoo Brasil nos procurou para falar sobre Viagens com e sem os Pets!!!

Vejam a matéria completa no link: Clique Aqui!

Vai viajar e tem pet? Saiba como escolher a melhor alternativa para seu bichinho

Por Fabiana Bertagnolli

Com a chegada do fim do ano, os tutores de pets têm mais uma preocupação além de programar as esperadas férias: o que fazer com os animaizinhos durante o período em que estão fora de casa. Não à toa, o índice de abandono de animais domésticos cresce nesta época do ano – no Brasil, estima-se um aumento de 70% no período, segundo dados da ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais).

A boa notícia é que existem muitas alternativas para quem tem animais e deseja tirar uns dias de folga, que vão desde hotéis especializados em hospedar pets e profissionais que atendem em domicílio, os chamados pet sitters.

“Existem diferentes opções para os animais que não vão acompanhar a família durante uma viagem, mas é importante avaliar corretamente tanto o local quanto a personalidade do animal e sua capacidade de adaptação e socialização ao ambiente e a outros bichos”, explica Jorge Morais, veterinário e diretor da rede Animal Place.

O mesmo nível de exigência que temos ao buscar um lugar para nos hospedarmos deve ser  aplicado na escolha do local que vai abrigar os nossos melhores amigos. “O lugar deve estar sempre limpo, pois alguns animais ficam estressados quando estão longe dos donos e podem comer as próprias fezes”, orienta Raphael Hamaoui, veterinário do Hospital Veterinário Cães e Gatos 24h.

Para o zootecnista e especialista em comportamento animal, Renato Zanetti, o ideal é sempre levar o animal na viagem e procurar uma hospedagem pet friendly. “Se não for possível levá-lo, o recomendado é deixa-lo em um ambiente familiar para ele, como a própria casa, e ter alguém que ele esteja adaptado para supervisionar. A outra opção é deixar o cachorro ou gato em locais profissionais, como day care ou hotel de gato ou cachorro, mas desde que o pet esteja adaptado”, explica.

Essa foi a alternativa encontrada por Patricia Camargo, que mantém a conta @euvoceeospets no Instagram para falar sobre a rotina dos cães Armandinho e Nina. “Preferi deixá-los no ambiente deles, com as coisinhas deles, não mudar a rotina e o dia a dia. Então encontrei uma empresa que faz serviço de dog sitter e combinei com eles a frequência que eles vêm em casa e o que devem fazer. Eles me mandam fotos e vídeos e isso me deixa muito mais tranquila, pois consigo ver no olhar deles que estão bem”, explica.

Zanetti não recomenda deixar o animal em um hotel específico, mesmo sendo de renome, caso ele não esteja adaptado a esse tipo de situação. “Deve-se levar o cão ou o gato por poucas horas durante alguns dias no local onde irá ficar. À medida que o pet se mostra adaptado, o tutor pode aumentar a quantidade de horas e frequência de dias que ele ficará no local. Mas, somente se ele estiver se adaptando”, afirma.

“É importante evitar locais e profissionais que não tenham experiência nesse tipo de serviço. O mesmo cuidado que temos ao escolher uma boa creche e escola para os filhos, também devemos ter ao escolher o local/profissional que ficará com nosso pet”, continua Zanetti. O mesmo vale para gatos, que são tão sociáveis quanto cães e também sofrem com a ausência do tutor.